DA AVALIAÇÃO AO ORÇAMENTO
Perguntas frequentes
Entenda os cuidados com o dano, a escolha da peça e o retorno ao uso do veículo.
Quando um para-brisa pode ser reparado?
Quando a avaliação técnica identifica condições adequadas para tratar o dano e preservar o vidro. Tipo, extensão, profundidade, posição, proximidade das bordas, quantidade de danos e presença de contaminação ou umidade influenciam a decisão. Nem toda trinca é reparável.
Quando é necessário trocar o para-brisa?
A substituição pode ser necessária quando o dano compromete a visibilidade ou a integridade do vidro, ou não permite um reparo adequado. Ter sensor ou câmera não é, por si só, motivo para trocar o para-brisa.
Marca de pedra no para-brisa pode ser reparada?
Alguns danos localizados por impacto podem permitir reparo, mas a origem do dano não basta para decidir. A região atingida, sua condição e as demais características do vidro precisam ser avaliadas antes da indicação do serviço.
O reparo elimina completamente a marca?
Não há garantia de que a marca desapareça. Pode permanecer um sinal residual, e o resultado visual depende do tipo e da condição do dano, da contaminação e do tempo desde o impacto.
Como funciona o reparo de para-brisa?
O processo profissional envolve avaliação, preparação e preenchimento do dano com resina apropriada. Conforme o sistema, vácuo e pressão ajudam a reduzir o ar e distribuir a resina. A cura, que pode utilizar luz UV, e o acabamento completam o tratamento.
Quanto tempo demora um reparo?
A duração depende das características e da condição do dano, da preparação necessária e do sistema de reparo. O tempo de exposição à luz UV é apenas uma etapa, não a duração total do atendimento. A equipe informa a previsão após a avaliação.
Quanto tempo demora a troca do para-brisa?
O tempo varia conforme o veículo, a aplicação, as condições da região de instalação e os procedimentos adicionais, como eventual recalibragem. A previsão deve considerar também o tempo seguro de liberação do sistema adesivo, quando utilizado.
Quando posso usar o veículo depois da troca?
Você pode usar o veículo após o prazo de liberação informado pela Vidrama no atendimento. Esse tempo é necessário para que a fixação atinja a condição adequada. A instalação concluída não significa saída imediata: respeite a orientação recebida.
Para-brisa com câmera precisa de recalibração após a troca?
A câmera ligada ao ADAS pode precisar de recalibragem após a substituição, conforme o veículo, o sistema e o procedimento do fabricante. A necessidade deve ser verificada para a aplicação, sem presumir que apenas reinstalar a câmera conclui o serviço.
Sensor e câmera são a mesma coisa?
Não. Um sensor pode atender funções como chuva e luminosidade, enquanto uma câmera pode fornecer informações para sistemas de assistência ao condutor. Suportes, região do vidro e procedimentos variam conforme a aplicação.
Como saber qual para-brisa é compatível com meu carro?
Informe modelo, ano e versão. A identificação também pode exigir conferir carroceria, tonalidade, sensores, câmera, HUD, recursos acústicos ou térmicos, antena, moldura, guarnição e serigrafia. A semelhança visual entre duas peças não confirma a compatibilidade.
Quanto custa reparar ou trocar um para-brisa?
O orçamento depende da avaliação do dano e do serviço indicado. Na troca, também entram a aplicação do vidro, suas características e os procedimentos necessários. Envie os dados do veículo à equipe Vidrama para solicitar uma avaliação ou cotação.